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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Fotografia mais cara do mundo: 4,34 milhões

Definitivamente tem gente rasgando dinheiro, só pode! Na última semana um comprador anônimo pagou nada mais, nada menos que 4.338.500 dólares por uma fotografia intitulada "Rhine II" de Andreas Gursky, leiloada em 08 de novembro de 2011, pela famosa Christie  de Nova Iorque. A fotografia, em verdade, poderia ter sido feita por qualquer pessoa usando uma TekPix e é difícil acreditar que tenha alcançado tal valor.


Há pouco mais de cinco meses a própria Christie leiloou outra fotografia horrível por 3,89 milhões. Não há dúvida de que a fotografia já está cimentada como foram de arte e segundo os especialistas o preço de fotografias deve seguir elevando-se já que mais pessoas dispostas a investir grandes somas nas mesmas. Mas pagar estas somas por fotografias como esta mostrada neste artigo parece ter o mesmo significado que rasgar dinheiro.




Dizem que a escala, a atenção à cor e à forma que Andreas Gursky dispensa à sua fotografia pode ser lida como um desafio deliberado ao status da pintura, como uma forma superior de arte. Dez minutos olhando para esta foto e não vejo nada que justifique esta dinheirama toda.


via MDig

sábado, 19 de novembro de 2011

CURIOSIDADES DE UM PAÍS DE LOUCOS




ALGUMAS COMPARAÇÕES BÁSICAS……

Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para pilotar uma fragata.

Um ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage.

Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda uma Região Militar ou uma grande fração do Exército.

Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro do que ganha um professor universitário federal concursado, com mestrado, doutorado e prestígio internacional.

Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um “aspone” ou um mero estafeta de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas.

Um representante da industria farmacêutica ganha mais pra “esfriar” medicos (lançar visita sem na verdade te la feito) do que um médico que ele visite, isso tudo com aval do supervisor, gerente distrital ou até gerente regional em algumas empresas.

O SUS paga a um médico, por uma cirurgia cardíaca com abertura de peito, a importância de R$ 70,00, equivalente ao que uma diarista cobra para fazer afaxina num apartamento de dois quartos.


PRECISAMOS URGENTEMENTE DE UM CHOQUE DE MORALIDADE NOS TRÊS PODERES DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS, ACABANDO COM OS 
OPORTUNISMOS E CABIDES DE EMPREGO.

OS RESULTADOS NÃO JUSTIFICAM O ATUAL NÚMERO DE SENADORES, DEPUTADOS FEDERAIS, ESTADUAIS E VEREADORES.

TEMOS QUE DAR FIM A ESSES “CURRAIS” ELEITORAIS, QUE TRANSFORMARAM O BRASIL NUMA OLIGARQUIA SEM ESCRÚPULOS, ONDE OS NEGÓCIOS PÚBLICOS SÃO GERIDOS PELA “BRASILIENSE COSA NOSTRA”

O PAÍS DO FUTURO JAMAIS CHEGARÁ A ELE SEM QUE HAJA RESPONSABILIDADE SOCIAL E COM OS GASTOS PÚBLICOS. 

JÁ PERDEMOS A CAPACIDADE DE NOS INDIGNAR. 
PORÉM, O PIOR É ACEITARMOS ESSAS COISAS, COMO SE TIVESSE QUE SER ASSIM MESMO, OU QUE NADA TEM MAIS JEITO. 

VALE A PENA TENTAR. 
PARTICIPE DESTE ATO DE REPULSA.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Curta-metragem: Afeganistão sensível

Afghanistan – Touch down in é um lindo trabalho feito por Lukas e Salome Augustin. Mostra um retrato comovente do dia-a-dia do Afeganistão. O curta foi filmado nos arredores de Kabul e Mazar-e Sharif. Lukas viveu entre 2006 e 2008 na cidade de Kabul trabalhando em uma ONG. No mês de março teve a oportunidade de voltar com sua noiva para mostrar o lugar que ama e para gravar a beleza deste país com suas câmeras.

Afghanistan – touch down in flight from Augustin Pictures on Vimeo.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Campanhas publicitárias sobre trânsito que gostaríamos de ver

A educação no trânsito está no cerne da prevenção a acidentes, ou pelo menos deveria estar, uma vez que os governos dos municípios demonstram dar muito mais prioridade à arrecadação de multas com os radares eletrônicos, pouco investindo em campanhas educativas e preventivas.


Filme dos Carabineros do Chile. Não é propriamente uma campanha para a TV, mas sim a filmagem de uma campanha feita nas ruas, diretamente com os motoristas. A ideia é excelente e as imagens mostram a capacidade de sensibilizar os motoristas com uma atitude bem simples.




Nesse próximo vídeo, elaborado pela Castrol, ilustra de uma forma bem didática os perigos de se dirigir usando o telefone celular.


Na República Tcheca ninguém quer saber de filminhos bonitinhos e que passam belas mensagens não. As campanhas de trânsito lá pegam pesado e são feitas mesmo é para chocar o espectador. Sem frescura.

A seguir, uma série de 04 excelentes filmes publicitários tchecos, sendo o primeiro, o mais chocante, sobre a importância de se transportar crianças pequenas na respectiva cadeirinha. O segundo filme mostra as consequências de se dirigir de forma agressiva e sem atenção, enquanto o terceiro aborda o uso de drogas ao volante e o quarto alerta para a importância de não se fazerem ultrapassagens proibidas.



Que riscos você corre quando, ao dirigir, se distrai conversando com pessoas no banco de trás do carro? E quando fala ao celular? E quando recebe ou manda SMS pelo celular enquanto dirige? Good drivers just drive – “Bons motoristas apenas dirigem” é o lema desta simples, porém inteligente campanha inglesa.





sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Charles Bukowski: O Grande Velho Safado


Uma das vozes mais originais do século 20  da literatura americana, Charles Bukowski (1920-1994) viveu e escreveu na beira da sociedade. Com inabalável honestidade e linguagem forte, seus poemas e contos falam da vida nas ruas de Los Angeles entre as prostitutas, bêbados, jogadores, e proscritos lutando para sobreviver em um mundo implacável. Ao contar essas histórias, Bukowski escreveu sem artifícios, em linguagem simples e natural, repudiando as convenções formais da criação literária. Ele se esforçou para manter sua escrita "cru, fácil e simples", para compreender a "linha dura e limpa, que o diz."
  
Nascido em Andernach, na Alemanha, Bukowski emigrou com seus pais para os Estados Unidos quando criança, e a família se fixou em Los Angeles. Um forasteiro perpétuo da escola, ele escapou das dificuldades da vida com um pai abusivo e mãe passiva, abandonou sua casa na adolescência. Vagando de uma casa barata para outra, viveu entre aqueles à beira da sociedade, trabalhando em uma série de empregos braçais.


Sempre lutou para tornar-se um escritor, bebendo muito, quase morria de fome quando o dinheiro acabava, mas sempre captando a sua vida e as histórias das pessoas à sua volta em seus escritos. Inicialmente publicava em revistas pequena de poesia, se tornou um escritor culto com uma seqüência enorme de fãs, cujas vidas ele tocou.




Charles Bukowski é um escritor único. Escatológico, melodramático, cínico, marginal, solitário, sensível, antiacadêmico, anti-grupos literários, lírico, alcoólatra, machista, politicamente incorreto, anarquista e um grande escritor. Perdeu os melhores anos de sua vida se entorpecendo, vagabundando, morrendo e odiando a tudo e a todos, menos as bebidas, as putas e os bares. E a verdade de Buk é o dia-a-dia da classe trabalhadora norte-americana. Seus subúrbios, suas brigas, seus sonhos, suas palavras. Nos seus personagens simples, complexos e por isso mesmo tão reais, vê-se a decadência do american way of life. Um país tão rico e orgulhoso de si que tenta esconder seu lado escuro, sujo mesmo.




A literatura de Charles Bukowski entra neste contexto, narra a vida das pessoas comuns: Que trepam, que se ferram pra pagar aluguel, que bebem, que trabalham ou não são inteligentes ou cultas a ponto de serem vencedoras na sociedade. Tanto que analisando criticamente a literatura bukowskiana, pode-se dizer que os livros dele são em sua grande parte iguais, tanto o estilo narrativo cru, tosco e por aí chegando ao poético. Até as histórias, sempre narrando a vida dessas pessoas, no caso sempre ele, centralizador dos sentimentos e do estilo de vida pelo qual essas pessoas marginalizadas vivem.


E esse estilo todo pessoal dele fez com que o cinema também retratasse o universo de Buk nos filmes "Crônica de um amor louco", cult nos anos 80 no Brasil do genial diretor italiano Marco Ferreri, e "Barfly- Condenados pelo vício", de Barbet Schroeder. O filme de Ferreri é mais profundo, mais escatológico, mais bukowskiano, no entanto os dois filmes retratam com
maestria a decadência dos subúrbios e o lirismo bêbado dos livros de Buk.


Enfim, nós, os leitores de Charles, somos como mulher de malandro. Somos agredidos, apanhamos das palavras ácidas dele, mas queremos mais. Não há como se sentir maltratado e intrigado ao ler nos romances de Buk diálogos como esses:


"- Eu odeio pessoas, você não? 
  - Não. Só quando elas estão perto de mim"

"A diferença entre a vida e a arte é arte é mais suportável."



"Beber é algo emocional. Faz com que você saia da rotina do dia-a-dia, impede que tudo seja igual. Arranca você pra fora do seu corpo e de sua mente e joga contra a parede. Eu tenho a impressão de que beber é uma forma de suicídio onde você é permitido voltar à vida e começar tudo de novo no dia seguinte. É como se matar e renascer. Acho que eu já vivi cerca de dez ou quinze mil vidas."









quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Para bandido, polícia! É uma regra da democracia! Ou: Revelo o meu delírio autoritário…

Fotos de Werther Santana, da Agência Estado






Na primeira, vê-se um pobre oprimido socialista, da turma que quer entregar o poder aos “trabaliadores”, como escreveram numa faixa, com o seu blusão da GAP e os óculos Ray-Ban. Na outra, os encapuzados, à moda das Farc — faz todo sentido… — se reúnem em frente ao portão depredado da Reitoria invadida. São os revolucionários do sucrilho e do toddynho usando o dinheiros dos pápis para comprar roupas, mochilas e tênis de grife e depredando bens da universidade, sustentada com os impostos pagos pelas empregadas domésticas de suas respectivas casas, cujos filhos jamais pisarão na USP. Eis, aí, a verdadeira luta de classes brasileira hoje em dia: OS VAGABUNDOS DE ESQUERDA ESPOLIAM A DIREITA QUE TRABALHA. “Direita”? É, como eles gostam de dizer, o “povo” é mesmo reacionário…
Um analfabeto de sobrenome “Bonatelli” — se encher meu saco, publico o nome inteiro, o que certamente deixará seu pai envergonhado — me envia um comentário perguntando, na sua linguagem, “qual a porra do problema” das roupas do rapaz. Para ele, trata-se de um argumento típico “de uma adolescente que começou a estudar geopolitca” (com “t” mudo!!!). E avança: “Quem foi que disse, que sendo um jovem de família rica ele não posse (!!!) se revoltar contra o sistema capitalista ao invez de ficar cego a suas mazelas?” Quando ele escreve “invez”, ou está querendo escrever “ao invés” ou “em vez de”. Deve ser aluno da professora Fani, aquela que, segundo o excelente comentário do leitor Guilherme, se expressa em “dilmês castiço”.
Um uspiano que escreve “invez”“posse” (em vez de “possa”) e “geopolitca”nos condena à ditadura dos australopitecos — aqueles, sabem?, que se aquecerão com as páginas de Marx (ver posts abaixo). O Zé Banana, que certamente ignora o sentido da palavra “geopolítica”,  quer saber qual é o problema. Eu explico.
Um dia, “o revolucionário GAP” se cansa dessa brincadeira — porque tudo tem limite — e vai cuidar do patrimônio da família, procurando, se possível, aumentá-lo. É o que aconteceu com dezenas de “revolucionários” que conheci na USP. Já o povo, que sustenta essa farra, seu bobalhão, não terá compensação nenhuma. Ao contrário: continuará a pagar por um serviço que não utiliza. Pior: recursos que poderiam ser investidos em pesquisas — no limite, elas são um bem para todos os brasileiros — têm de ser redirecionados para conservar os estragos feitos por vagabundos, que não respeitam nem mesmo as assembléias já tão pouco representativas do DCE,  órgão de representação dos estudantes.
Entendeu o problema ou você precisa que eu desenhe? Se essa gente quer fazer revolução, que tenha a coragem de correr riscos, ora! Revolução no campus? Não querem nem mesmo enfrentar “a repressão”. Eles querem que o governador Alckmin mantenha o campus como território livre do socialismo da maconha… E tudo financiado, reitero, por suas empregadas domésticas.
Há saída?Há! Pedido de reintegração de posse e polícia. A coisa é simples. Com autorização judicial, cerca-se o prédio, jogam-se umas bombinhas de gás lacrimogêneo (caso eles não queiram sair numa boa, claro!), os subcomandantes Marcos do Rio Pinheiros se escafedem com o rabo entre as pernas, a PM retira o pano que lhes cobre o rosto, mete todo mundo num camburão e manda pra delegacia. Deve haver alguma maneira de verificar o Número USP de cada um para que possam ser responsabilizados civil e criminalmente pelos danos causados ao patrimônio e à vida universitária.
Em seguida, é preciso entrar nos prédios invadidos, filmar tudo, cada detalhe, e expor à opinião pública, informando o custo dos reparos. A esmagadora maioria dos estudantes da USP é contra a bandidagem. As únicas forças reacionárias que a direção da universidade  e o governo têm de enfrentar são os simpatizantes da violência que estão nas redações. Aí é guerra de opinião pública mesmo! A população de São Paulo nunca viu em detalhes o que essa gente é capaz de fazer com o patrimônio de todos os paulistas.
Meu método, nessas coisas, é bem simples: bandido precisa de polícia. Chamo de bandido todo aquele que, deliberadamente, subtrai de terceiros um direito, recorrendo à força. Se a polícia fizer como estou sugerindo, estará garantindo o direito de 79.800 estudantes, contra a violência de 200 baderneiros. Ou seja: é a democracia de farda.
FASCISTA É QUEM NÃO TEM CORAGEM DE MOSTRAR A CARA PARA A DEMOCRACIA.
Tribunal de exceção
Não que eu não sonhe, cá com os meus botões, com uma coisinha, assim, mais violenta, mais arbitrária. Eu conto o meu delírio: cada invasor seria obrigado a ler aquele texto da professora Fani e escrever uma redação dizendo que diabos, afinal de contas, a mulher quis dizer. Alternativa: verter aquele troço para o português!
Por Reinaldo Azevedo

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Estudantes não. Meliantes sim!



No último dia 27, a Polícia Militar de São Paulo prendeu três estudantes, viciados na verdade, fumando maconha no campus da USP.  Foi a pólvora para começar a confusão, centenas de estudantes tentaram impedir a ação da PM e iniciou-se o confronto. Eu não sei o porque esses rebeldinhos que provavelmente são todos riquinhos, tentariam entrar na paulada com a polícia sabendo que iam levar chumbo. Tem que ser muito otário pra achar que os policias iam ficar lá parado levando pedrada de vagabundo.

Na bronca, três PMs ficaram feridos, dois deles tiveram ferimentos na cabeça, provocados por pedras jogadas pelos estudantes. Cinco viaturas da corporação e uma da guarda civil foram depredadas pelos manifestantes. Um cinegrafista da TV Bandeirantes,  foi agredido e ficou ferido no rosto. Ele teve a moto derrubada e câmera danificada. "Estava filmando quando um dos estudantes me deu um tapa na cara". Maconheiros não querem a polícia na universidade, querem consumir drogas. Falta de borracha, no lombo.


Entre os manifestantes, muitos fumavam maconha. "Eles fumam na cara dura", constatou um dos seguranças da universidade.  Entendam de uma vez que maconha é droga ilícita e enquanto for assim a Polícia esta no direito de reprimir, sem regalias. E não se esqueçam que é por causa de viciados como esses aí  que milhares de pessoas morrem vítimas de violência, tanto nos grandes centros como nas fronteiras, por onde os traficantes entram com as drogas.

O que mais chama atenção é esses ditos estudantes queimando a Bandeira Nacional e a de São Paulo como se fossem papel. Se fosse no Estados Unidos com toda certeza ficariam enquadrados por muito tempo por queimar o símbolo da pátria.  Bando de pseudo-comunistas maconheiros, riquinhos com "consciência social".  Ser comunista tudo bem, mas enfrentar a Policia por causa de 3 malas? O dia que eles precisarem de ajuda, quando forem roubados, seqüestrados ou espancados, eles que liguem pro Stálin mandar seus soldados soviéticos pra resolver.


“2. Da Bandeira Nacional:
A Lei n.º 5.700/71, define as manifestações de desrespeito à Bandeira Nacional em seu art. 31. A mesma lei, no art. 35, determina que qualquer violação a seus preceitos é considerada contravenção, sujeitando o infrator à "pena de multa de 1(um) a 4(quatro) vezes o maior valor de referência do País, elevada ao dobro nos casos de reincidência".
"Art. 44 – Destruir ou ultrajar a bandeira, emblemas ou símbolos nacionais, quando expostos em lugar público:
"Pena – detenção de 2(dois)a 4(quatro) anos."

E além de tudo esses 'estudantes' são analfabetos.